O meio ambiente atual é
resultado do processo de desenvolvimento sócio econômico da humanidade, que vem
modificando os ambientes naturais, levando, consequentemente, à extinção diversas
espécies animais e vegetais. Diante deste quadro, foi percebido que educar a sociedade
global deveria ser a atividade mais sensata na busca de alternativas para solucionar os
problemas ambientais da atualidade.
Com o objetivo de sensibilizar a sociedade sobre a necessidade de
preservar e conservar o ambiente, o Jardim Zoológico de Salvador, desenvolve um Programa
de Educação Ambiental voltado às escolas de ensino regular da rede pública e privada,
e instituições especiais de ensino.
Todas as aves do Zôo
são cuidadosamente monitoradas para que se conheça seus hábitos sociais e reprodutivos.
Para
facilitar esse trabalho elas recebem um número, que é gravado em anel
de alumínio (anilha) e colocado na pata do animal. Esta técnica, chamada
de anilhamento, permite o acompanhamento individual dos animais. Quando
se conhece o sexo da espécie estudada, a anilha é colocada na pata esquerda
das fêmeas e na direita dos machos.
Alguns
grupos de aves, como os Psitacídeos (papagaios, araras e periquitos),
não possuem dimorfismo sexual, ou seja, características físicas que difereciam
machos de fêmeas. Para identificar os sexos dessas aves se recorre à técnicas
modernas, como o exame de DNA, que facilita o pareamento correto e viabiliza
a reprodução em cativeiro. Um dos bons resultados das pesquisas que vêm
sendo desenvolvidas no Zôo foi o nascimento,ocorrido em 1998, em Janeito
e Fevereiro de 2001, de urubu-rei (Sarcoramphus papa), espécie
ameaçada de extinção e inserida no plano de reprodução em cativeiro do
Zôo.
Observa-se na área do Zôo uma rica avifarma, como pássaros
canoros, psitacídeos, gralhas, aves de rapina, aves migratórias
(em períodos sazonais) dentre outras.
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| Aprendendo no Zôo |
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| Arara Azul |
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